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Fernando Ramos Advocacia
A vitória de Biden e a economia brasileira
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Após a confirmação da vitória de Biden pelo Colégio Eleitoral, o Presidente Bolsonaro enviou mensagem de felicitação e cumprimentos ao novo Presidente dos Estados Unidos.

Embora pareça uma mera formalidade, esse também pode ser visto como um aceno para que as relações entre Brasil e EUA sejam cordiais, a fim de buscar a manutenção de uma parceria de longa data.

O Presidente Bolsonaro deixou claro que deseja manter uma integração econômica e comercial, apesar das diferenças ideológicas com Joe Biden.
É comum que economias ainda em desenvolvimento, como a brasileira, sejam dependentes das economias já desenvolvidas, como a americana.

E essa relação de dependência faz com que os acontecimentos nos EUA afetem a política e a economia aqui no Brasil.

No cenário econômico, a expectativa é que a economia americana recupere o fôlego a partir de um pacote de estímulo fiscal e do freio do aumento dos impostos, visto que, embora o Presidente eleito seja democrata, o Senado é de maioria republicana.

A revitalização da economia dos EUA, refletirá no preço das commodities, que são os produtos que funcionam como matéria-prima e que podem ser estocados sem que haja perda de qualidade, como café, petróleo, soja, ouro, etc.

Com isso, o Brasil, que concentra suas exportações em commodities, pode conviver com uma inflação ainda maior.

Independente das relações pessoais entre o Presidente eleito Joe Biden e o Presidente Bolsonaro e das divergências ideológicas entre ambos, a projeção é que a economia brasileira seja ainda mais prejudicada com um democrata no comando dos Estados Unidos.

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